Carrefour investe em transparência e inclusão com novos protocolos e treinamentos

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Reportagem SA Varejo -

Empresa acabou com a terceirização na área de segurança

Foto: Divulgação

Após assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal gaúcho e com as ONGs Educafro e Centro Santo Dias de Direitos Humanos para promover ações de valorização da diversidade, agora o Carrefour adota uma nova estratégia para evitar que uma nova tragédia, como a ocorrida com o soldador João Alberto Silveira, homem negro, que foi espancado e morto por dois seguranças em uma loja de Porto Alegre, volte a acontecer.

A varejista decidiu acabar com a terceirização na área de segurança e contratou um homem negro para conduzir outras mudanças internas, como o uso de câmeras corporais no uniforme dos vigilantes. Consultorias de diversidade racial observam avanços nas medidas, mas destacam a necessidade de estratégias permanentes de inclusão.

Hoje, as 100 lojas chamadas "hiper” no País não possuem mais funcionários terceirizados, de acordo com a empresa. Nas menores, a internalização alcançou 20% do total. A segurança patrimonial, chamada segurança externa ou vigilância, continua sendo feita por terceirizadas. Por lei, esse serviço precisa ser realizado por empresas que possuam chancela da Polícia Federal e não pode ser internalizado.

Foram contratados cerca de 600 funcionários em todo o Brasil. Desse total, 64% são negros e 35% são mulheres - a meta é ter a metade feminina. A empresa informa que o mercado, como um todo, ainda tem maior porcentual de homens.

Outra ação da empresa é o uso de câmeras corporais, aquelas que ficam presas ao uniforme e gravam o turno de trabalho sem que seu usuário possa desligá-la. Um projeto-piloto testa as mudanças em quatro lojas de Porto Alegre antes da implantação no Brasil todo. O equipamento já vem sendo utilizado pela Polícia Militar de São Paulo desde o mês de maio.

"Nosso principal desafio é importar as câmeras. Nossa meta é adotá-las em todas as lojas do Brasil até o final do ano", afirma Jérôme Mairet, diretor de gestão de Riscos do Grupo Carrefour Brasil. "As câmeras trouxeram muita segurança nos testes realizados e garantem que o agente também dê sua visão", completa.

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Fonte: O Estado de S.Paulo

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