Ruptura volta a crescer em maio

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Reportagem SA Varejo -

A alta foi impactada pela volta do auxílio emergencial e pela mudança no comportamento do consumidor

Foto: istock

A ruptura, índice que mede a falta de produtos nos supermercados, voltou a crescer em maio e atingiu 11,14%, segundo o estudo realizado pela Neogrid, empresa especializada na sincronização de cadeia de suprimentos. Vale lembrar, que em maio de 2020 o índice ficou em 12,57%.  Entre os produtos que apresentaram maior ruptura estão as bebidas à base de soja (24,07%), leite longa vida (17,36%), ovos (16,98%) e chocolate (13,28%). Outro item que chamou a atenção foi a cachaça, que desde fevereiro vem apresentando alta e, em maio, ficou em 12,24%. A volta do auxílio emergencial, mesmo que menor do que o concedido no ano passado, e a mudança de comportamento do consumidor são apontados como os motivos que levaram o índice a atingir esse porcentual.

O índice iniciou o ano em alta, recuou nos meses de fevereiro e março e voltou a subir em abril, mantendo o movimento em maio. "Com o auxílio emergencial, o consumidor voltou às compras, porém, é possível perceber que o padrão de consumo mudou. Se antes ele comprava um produto de determinada marca, agora compra o mesmo produto, mas de uma marca mais barata, ou ainda aproveita promoções. No caso das promoções percebemos que o consumidor tem preferido comprar mais unidades do mesmo produto quando o preço é atrativo. Assim, temos uma alta de vendas por unidade que nem sempre se reflete em valores", explica Robson Munhoz, CCSO (Chief Customer Success Officer) da Neogrid.

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