P&G investe em lançamentos de produtos de saúde bucal

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Reportagem SA Varejo -

Serão 45 itens desde o início de 2020, sendo 21 apenas este ano

Foto: Divulgação

Atento a maior preocupação dos consumidores com a saúde bucal durante a pandemia, a Oral-B, da Procter & Gamble (P&G), está acelerando seu programa de lançamentos. Do início de 2020 até o final deste ano serão 45 novos produtos colocados no mercado.

“O consumidor brasileiro é um dos que mais escova os dentes e o país é um dos que mais tem dentistas no mundo, cerca de 240 mil. Mas ainda há duas frentes para crescimento: estimular a troca de escovas e o uso de cremes dentais mais elaborados”, avalia Luis Siqueira, diretor sênior de marketing para Oral-B no Brasil. Por recomendação dos dentistas, as escovas deveriam ser trocadas 4 vezes ao ano, mas a média brasileira é de apenas 1,8 vez, diz o executivo.

Com os lançamentos, a expectativa é de a categoria atinja um crescimento adicional de 2% a 3% neste ano. No Brasil, a empresa utilizada dados de mercado, como os da consultoria NielsenIQ, para traçar sua estratégia. Os dados mostram um crescimento de 7% nas vendas de escovas de dente nos primeiros seis meses de 2021, ante igual período de 2020, atingindo R$ 0,9 bilhão. A venda de creme dental cresceu 10%, movimentando R$ 2,1 bilhões.

Sem revelar quanto a P&G pretende investir na ampliação da categoria no país, o executivo afirma que a divisão lidera os lançamentos da subsidiária. Somente este ano, devem ser lançados 21 produtos.

 “Queremos crescer o mercado num clique”, afirma, brincando com o nome do mais recente lançamento: a Oral-B Clic, uma escova cuja a parte das cerdas pode ser trocada, em um sistema de refil. O Brasil é o segundo mercado a receber a escova - o produto chegou primeiro aos Estados Unidos, onde o sistema de refil representa 6,2% da categoria de escovas manuais.

A expectativa é de que a escova com refil repita o desempenho das elétricas, segmento em que a empresa tem apostado muitas fichas, incluindo o lançamento de uma linha infantil. “Foi um dos segmentos que explodiu na pandemia”, diz o diretor citando números do mercado: em 2020, foram R$ 14,9 milhões em vendas de escovas elétricas. Nos primeiros seis meses de 2021 já são R$ 13,5 milhões.

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Fonte: Valor Econômico

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