Prepare sua loja para mais mudanças na categoria de limpeza

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Lúcia Helena de Camargo - redacao@savarejo.com.br -

Educar o consumidor quanto aos diferentes produtos e ajudar nas escolhas pode fazer toda a diferença nas vendas, com ou sem pandemia


Foto: Alexandre Battibugli

Tantas mudanças em um período de tempo relativamente curto exigem um novo olhar do varejista para a seção de limpeza. Ainda mais quando se consideram os investimentos dos fabricantes em novas versões, com benefícios agora diferenciais, como desinfecção e praticidade. Armando Nogueira Tinoco, Consultor de Varejo e Gestor da Rede Unishop, aconselha ajudar o consumidor nas escolhas, por meio da estratégia de oferecer mais informações e de melhor qualidade.

“O consumidor hoje quer saber a finalidade certa de cada produto. Isso falta no supermercado”, diz o especialista. “É relevante a correta diluição dos produtos, já que o consumidor está mais atento ao meio ambiente e procura produtos compatíveis. Um exemplo clássico é o uso do hipoclorito de sódio, em vez da água sanitária. O rendimento do hipoclorito é quatro vezes maior do que o da água sanitária. Porém essa informação não aparece na gôndola”, explica. Para o consultor, o varejista que passar a chamar a atenção para o consumo consciente se destacará no mercado. “Os produtos concentrados possuem menos água na composição e diminuem a quantidade das embalagens (plástico e papelão) e reduzem os custos logísticos de armazenagem e distribuição. O custo é reduzido tanto para o supermercado quanto para o consumidor final”, finaliza.

No corredor de limpeza
As sugestões dos consultores para aumentar as vendas:

  • Itens tecnológicos, com funções múltiplas, como limpador e perfumador, por exemplo Produtos para desinfecção
  • Concentrados e biodegradáveis, em razão da maior conscientização do consumidor sobre sustentabilidade
  • Artigos para higienização de escritórios, específicos para limpar telas, teclados e mouses - existe demanda para todos os tipos

Analise seus dados
O consultor Thiago Simonato, especialista em tecnologia da informação, recomenda ao varejo investir mais na coleta e interpretação de dados de consumo. Associar dados de mercado, obtidos a partir de análises de inteligência, aos gerados por ferramentas de CRM e programas de relacionamento traz um entendimento mais detalhado e claro dos atributos dos produtos que causam maior satisfação, além de permitir identificar a faixa de preço ideal – preservando assim as margens.

Leia também:

Limpeza: novo cenário exige mais uma readaptação do varejo

Produtos de limpeza ainda crescem acima de outras categorias

Matéria original na revista de dezembro/2021

 

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