Plataforma se fortalece em entregas de supermercados

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Reportagem SA Varejo -

Mudanças em seus resultados levaram companhia a apostar no setor de alimentos

Foto: Stock Adobe

O iFood , apesar de ainda ser a principal plataforma de entrega de refeições, teve queda de 66% em seu lucro de delivery para restaurantes. Esse movimento tem levado a empresa a promover mudanças para melhorar ainda mais seus resultados, como a aposta no setor de alimentos.

Segundo a Prosus, investidora da plataforma iFood, a sobreposição significativa entre os clientes de delivery de restaurante e entrega de supermercado e as sinergias operacionais entre os dois negócios tornam essa atuação um ajuste natural para o ecossistema do iFood. 

O relatório da Euromonitor mostra que o negócio de alimentos da plataforma se tornou um "player importante no significativo setor de alimentos do Brasil". A estimativa, segundo a consultoria, é de que as vendas desse segmento alcancem a marca de US$ 55 bilhões em 2022. 

A companhia informou que o modelo de mercearia e dark store do iFood já atingiu 4 milhões de pedidos médios mensais e R$ 380 milhões de GMV em pouco mais de um ano, e que seu crescimento está superando o restante do mercado.

Outro segmento que segue conquistando espaço é o de produtos para animais de estimação. O faturamento do e-commerce pet no Brasil registrou um salto de 130% durante a pandemia de Covid-19: o aumento foi de R$ 1,44 bilhão para R$ 3,3 bilhões entre janeiro de 2020 e março de 2022, segundo levantamento do IPB (Instituto Pet Brasil).

Entre todos os segmentos que atuam no comércio eletrônico, o chamado e-commerce especializado (que são as empresas que vendem os seus produtos apenas pela internet) foi o que liderou as vendas no primeiro trimestre de 2022, com uma participação de 40,9% sobre o faturamento total do e-commerce, movimentando R$ 1,3 bilhão dos R$ 3,3 bilhões nesse período.

Em segundo lugar vêm os pequenos e médios pet shops, movimentandoR$ 835,1 milhões (25,2% do faturamento). Na terceira posição estão os pet shops tipo mega store, com R$ 818,4 milhões (24,5%). Depois vêm as clínicas e os hospitais veterinários, que movimentaram um valor de R$ 121,5 milhões no trimestre, o que representa 3,7% do total.

De acordo com Marraccini, o e-commerce deixou de ser apenas uma pequena oportunidade. “Atualmente, as vendas na internet são uma excelente forma para as empresas se aproximarem dos seus clientes, conquistando novos públicos, além de ampliarem seu faturamento e contribuírem para o crescimento do mercado. É importante lembrar que o consumidor é fortemente guiado pela relação custo-benefício. Por isso, ele quer aliar qualidade com preço atraente", diz.

O levantamento mostra, no entanto, que a loja física ainda é uma preferência. O e-commerce representou apenas 5,6% do faturamento total do mercado pet no primeiro trimestre, que foi de R$ 58,9 bilhões. O mercado pet cresceu 67% de janeiro de 2020 a março de 2022: de R$ 35,3 bilhões, para R$ 58,9 bilhões.

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Fonte: Terra

Veja mais sobre: iFood, Prosus, Euromonitor, pet, IPB

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