Mapeamento de mais de 5.000 lojas cria base de dados inédita para expansão de redes de supermercados

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Conteúdo patrocinado por VarejoConnect -

Trabalho totalmente diferenciado, realizado pela VarejoConnect, utiliza tecnologia no cruzamento de informações estratégicas para identificação de oportunidades


 

Com vasta experiência no setor de varejo alimentar, a VarejoConnect vem se destacando no segmento e ajudando bastante os grupos varejistas na identificação, prospecção de oportunidades e intermediação de projetos voltados à expansão das redes de supermercados. Seja por meio de projetos de compra e venda de redes, lojas de supermercado e pontos comerciais, seja em projetos de fusão de redes.

Nos últimos anos, a VarejoConnect tem investido bastante tempo e dinheiro em tecnologia, conseguindo desenvolver uma ferramenta inovadora que mapeou fisicamente mais de 5.000 lojas na capital e no interior do Estado de SP. Com isso, a empresa criou uma base de dados totalmente diferenciada com informações estratégicas de lojas que não existem em nenhuma outra base de dados. 

Os sócios da Varejo Connect comentam que foram mais de dois anos de pesquisas, investimentos e dedicação diária para trazer ao varejo de pequeno, médio e grande portes um conceito totalmente diferenciado na identificação de oportunidades para a expansão. Os grandes diferenciais da empresa são: mais de 20 anos de proximidade com o setor varejista; mapeamento físico das lojas; conhecimento específico do perfil de cada comprador ou vendedor; e, principalmente, investimento em tecnologia que possibilitou o desenvolvimento dessa ferramenta inovadora, que permite o cruzamento de base de dados visando à criação de oportunidades aos varejistas que não estão disponíveis no mercado, seja por meio da expansão das redes via fusão (redes com perfis semelhantes) ou pela da compra e venda de redes, lojas e pontos comerciais que não estão anunciados.

Explicando melhor: se, na estratégia de crescimento de uma determinada rede varejista, identifica-se um perfil específico de varejo, lojas ou pontos comerciais que não estão disponíveis para venda, a VarejoConnect faz o estudo de caso e mapeia todas as oportunidades existentes no raio logístico de interesse do cliente, bem como utiliza sua rede de networking para conversar com proprietários e identificar qual o momento de cada empresa, além do interesse em um projeto de estruturação de fusão ou venda total ou parcial. O procedimento inverso também tem ocorrido com significativa frequência, ou seja, existem diversas famílias do varejo que tem procurado a empresa para encontrar compradores a partir de um perfil desejado. A dificuldade de encontrar sucessores dentro do próprio grupo familiar tem sido um dos fatores decisivos para que as famílias tomem a decisão de vender o negócio.

Os sócios da VarejoConnect fazem questão de ressaltar que todas as etapas do projeto são realizadas com total profissionalismo e absoluto sigilo e discrição para que evitar prejuízo tanto a potenciais vendedores quanto compradores.

Mas você pode estar se perguntando: por que adquirir se posso construir minhas próprias lojas? Ou ainda: como saber se estão oferecendo um bom preço quando receber uma oferta de compra? Entenda a seguir o que acontece no mercado. 

Por que expandir via compra de redes e lojas?

Construir estará ainda mais caro em 2021 e muito provavelmente nos anos seguintes. Segundo matéria publicada no portal da SA Varejo, em 26/11/2020, materiais e equipamentos encareceram 13,77% em 2020 (dados da FGV), sendo que a expectativa é de mais pressão em 2021 em função da alta do dólar. 

Bruno Fagundes e Leonardo Tonelo, sócios da VarejoConnect, explicam que se soma ao alto custo de construção alguns fatores muito relevantes e que tendem a se agravar nos próximos anos. Entre eles, estão a inexistência de bons imóveis disponíveis para construção de lojas e formação de pontos comerciais, bem como a elevada burocracia para a obtenção de licenças junto aos órgãos públicos, a incerteza dos prazos de construção e o início de faturamento da loja e, por último, o risco de o varejista apostar em um novo ponto comercial e investir bastante tempo sem a certeza do retorno. “Outro ponto que precisa ser considerado pelo varejista é que, na construção de lojas, o tempo para retorno do capital investido é maior, além de existir um possível risco em pontos sem histórico”, alerta Tonelo. 

Adicionalmente, nos últimos anos, outro fator importante vem chamando a atenção: o desenvolvimento do mercado imobiliário, que também disputa imóveis com o varejo e vem dificultando encontrar boas oportunidades e elevando os preços dos imóveis

“Além disso, antes de desenvolvermos a nossa ferramenta e iniciarmos o mapeamento das lojas e redes, o que existia eram apenas as intermediações de lojas que já estavam disponíveis no mercado, sendo a maioria sem atratividade para os compradores, uma vez que as melhores não costumam ficar muito tempo à venda”, explica Fagundes, um dos sócios da empresa. Ou seja, não existia nenhuma ferramenta que pudesse consolidar informações estratégicas de lojas e redes e fazer um cruzamento eficiente e de forma inteligente para mapear oportunidades com perfil específico para cada comprador ou vendedor, complementa Fagundes.

A conjunção desses fatores acabava dificultando bastante o planejamento estratégico das redes para expansão via aquisição de lojas ou redes. Por isso, alguns players do mercado que ainda não conhecem as novidades para o mapeamaneto estratégico e específico de oportunidades ainda têm a sensação de que a expansão via construção de novas lojas é a melhor forma de executar os planos de crescimento. 

O preço pela minha rede está bom? 

Segundo o sócio da VarejoConnect, em caso de venda, a fórmula básica para o cálculo do valor de uma loja normalmente considera um múltiplo aplicável sobre a média de faturamento mensal da loja no último ano, enquanto as operações que envolvem a venda e compra de redes de supermercado leva em consideração um percentual do faturamento anual – em média, 20% a 35% do valor apurado nos 12 meses anteriores ao negócio. Obviamente, a precificação final de uma loja ou rede dependerá sempre de uma análise específica de cada caso. 

 “A primeira questão a ser discutida e definida entre as partes envolvidas na transação é o conceito de ‘faturamento’ a ser considerado no valuation. Chamamos atenção para este ponto, porque, às vezes, existe impasse sobre o conceito. Por exemplo: se será utilizada a receita bruta ou receita líquida de vendas de determinada loja ou rede”, explica. “Sendo mais técnico, podemos ter que o faturamento e receita bruta são termos equivalentes, assim, a base para cálculo é o faturamento que, por sua vez, representa a soma de todas as notas fiscais emitidas nos checkouts. Ou seja, o ‘faturamento bruto’. Mas nada impede de as partes convencionarem um critério diferente”, esclarece. 

Tonelo também alerta para o fato de que, na venda de lojas e pontos comerciais, o multiplicador costuma girar em torno de 2 a 3 vezes a média de faturamento mensal. De acordo com ele, a variação para cima ou para baixo ocorre em função das características específicas da loja ou ponto comercial, tais como performance da unidade (venda/m2), necessidade de reforma e de troca de equipamentos (investimento em CAPEX) e, dos custos de operação, principalmente de aluguel e de estacionamento. Outro aspecto normalmente avaliado é a posição dos concorrentes em relação às lojas e a sinergia com a rede compradora.

Ferramenta de apoio aos negócios

Os sócios da VarejoConnect ressaltam que ambos os temas são complexos e precisam de análises criteriosas. Daí a importância de contar com parceiros que tenham ampla vivência no setor supermercadista e atuem de forma profissional ao lado do cliente. Soma-se a isso o diferencial de utilizar tecnologia para mapear as oportunidades, que, muitas vezes, passam despercebidas aos varejistas, que normalmente ficam focados no dia a dia da operação de loja. Esses parceiros são fundamentais para apoiar o varejo em todo o processo.

“Investimos bastante tempo e dinheiro e quase dois anos para desenvolver uma ferramenta tecnológica que permite extrair informações estratégicas que não estão disponíveis em nenhuma outra base de dados, como área de vendas, croqui de lojas, pé direito em casos de imóveis com perfil para atacado ou atacarejo, entre outras informações estratégicas dentro do raio de expansão da rede interessada”, reforça Tonelo. Ele acrescenta que, após o início da utilização da ferramenta desenvolvida pela VarejoConnect, a demanda recebida por parte de redes em expansão e também por vendedores cresceu exponencialmente. A VarejoConnect, reforça ele, tem tido êxito no mapeamento de 100% dos casos.

Outro fator fundamental comentado por Tonelo é que o cliente não tem nada a perder em contratar a VarejoConnect e utilizar a tecnologia colocada à sua disposição, uma vez que “não existe nenhum custo para a contratação dos serviços, só existirá remuneração para a VarejoConnect, a ser paga pelo vendedor, apenas na hipótese de ser concluída a venda”, finaliza. 

 

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