Como varejistas podem otimizar os recursos e potencializar as oportunidades de lucro?

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Nathalie Gutierres - redacao@savrejo.com.br -

A gestão do varejo envolve muitas tarefas e organizá-las é um desafio que pode ser menor com algumas ferramentas oferecidas pelo mercado, sem as quais, segundo especialista, é impossível crescer

É uma missão desafiadora para o varejista organizar todas as inúmeras tarefas relacionadas à gestão do negócio. Gerenciar as atividades da equipe do chão de loja, desenvolver e executar a estratégia correta de exposição no ponto de venda (e, mais importante, mantê-la!), combater a ruptura, minimizar atritos, como filas, e, ao mesmo tempo, definir preços, prazos e estratégia com os fornecedores, além de acompanhar as tendências, exige muito do supermercadista e da sua equipe de liderança.

Por isso, a tecnologia é um investimento que contribui para a economia de recursos, o aumento da produtividade e a fidelização de clientes. Além disso, o varejista pode tomar melhores decisões, o que é muito importante no atual momento econômico do País, em que o bolso do consumidor está cada vez mais apertado. Nesse cenário, ser o destino das compras do cliente é uma conquista. Eficiência, portanto, é o nome do jogo.

“Sabemos que a margem de lucro no varejo é uma das menores, considerando todo o mercado financeiro. Conseguir otimizar os processos, reduzir custos com folha de pagamento e o famoso ‘fazer mais com menos’ é um grande desafio, mas, quando bem-sucedido, traz o retorno esperado. Há tecnologias que permitem, por exemplo, a centralização de informações e automatização dos processos, garantindo o aumento da conclusão de tarefas em menor tempo”, destaca Irene da Silva, Ceo da Ellevo

Para Luis Laurenti, Ceo da Laurenti , empresa que atua com soluções de automação industrial e comercial,  a tecnologia é fundamental na condução de qualquer negócio, em qualquer área que busca por eficiência. "Vivemos em um mundo muito rápido, em que é impossível alcançar os melhores resultados sem ter a tecnologia como aliada. É impossível crescer sem investir em ferramentas e soluções”.

Confira a seguir algumas ferramentas para ajudá-lo.

Controle de ruptura

Controlar o volume de mercadorias de cada seção no estoque não é uma tarefa simples para o supermercadista. Promover um gerenciamento correto dos produtos nas gôndolas, garantindo o abastecimento para que o shopper encontre o que procura, é o desafio seguinte, evitando a ocorrência de ruptura.

Contudo, pensando nos milhares de itens presentes no sortimento da loja, os contratempos aumentam. Nessa frente, a GIC Brasil oferece soluções para a cadeia de suprimentos do varejo. É o RUB (Rupture Breaker) ou “quebrador de ruptura”, em tradução livre, que funciona em tempo real para a operação física do varejo. 

“O sistema foi desenvolvido para complementar as operações que o ERP não oferecia: controlar pessoas, melhorar processos de armazenagem, eliminar a ruptura e melhorar a experiência de compra para o consumidor, para ele encontrar os produtos que procura disponíveis e nos lugares corretos”, conta o fundador e CEO, Irineu Fernandes.

Benefícios

  • Redução da falta de produtos. Exemplo: 18% a 28%
  • Era a taxa de ruptura entre os maiores clientes da GIC 3%
  • É a média desses varejos após a adoção da tecnologia. Em alguns casos chega a ser inferior a 1%

 Assaí é um dos clientes que adotaram o RUB

“A solução auxilia a automatização de processos, tais como recebimento de mercadorias, movimentação de estoque, controles de validade, auditorias de presença, etiquetas, controle de ruptura e ‘papa-filas’. Além disso, disponibiliza informações consolidadas para uma melhor tomada de decisão no atendimento ao cliente, proporcionando a disponibilização contínua de produtos. A automatização desses processos permite ainda aos nossos colaboradores a execução das atividades diárias com melhor eficácia”, explica Rodrigo Callisperis, diretor de TI do Assaí Atacadista

Apoio na gestão de marcas próprias

Na disputa pelo cliente, uma das grandes apostas de redes varejistas tem sido as marcas próprias. Mas por onde começar? Como fechar as negociações com os fornecedores? Para auxiliá-las nessa questão, encontram-se empresas como a Centric Software , que ajuda o varejo na tomada de decisões estratégicas relacionadas ao portfólio de produtos, incluindo desenvolvimento da private label e linhas exclusivas, entre outros benefícios.

PLM ( Product Lifecycle Management)

“A Centric oferece Case uma plataforma de gestão de ciclo de vida de produto, na nuvem, que inclui todos os módulos necessários para gerenciar as informações de produto. A tecnologia SaaS da Centric permite que o sistema seja personalizado por meio de configurações inteligentes, sem a necessidade de alterar o código-fonte de produto. Com isso, nossos clientes têm uma tecnologia que se adapta ao seu negócio e não o contrário”, explica Guilherme Bueno, líder especialista em PLM na Centric Software para América Latina.

O executivo conta que o sistema PLM gerencia os processos e informações relacionadas às atividades dos times de marketing, P&D, merchandising, vendas, gestão estratégica, compras, entre outros, até a chegada do produto ao PDV. Além disso, a empresa possui ferramentas dedicadas à otimização do sortimento global e local, incluindo soluções de colaboração visual do portfólio.

O que permite melhor visibilidade para tomada de decisão, melhor colaboração interna e com fornecedores, agilidade nos processos, desenvolvimento de produtos de marca própria em tempo recorde, e garantia de cumprimento às normas regulatórias. Entre os benefícios está a redução de custos e tempo de introdução de produtos no mercado, padronização de processos, aumento de produtividade, otimização e garantia das margens. 

Bueno conta que alguns dos maiores varejistas do mundo são clientes da Centric. Entre eles, estão Kroger, Loblaws, Tesco, Auchan, Monoprix e Kmart. No Brasil, grandes varejistas, como C&A, Riachuello e Renner, adotaram a solução da da companhia. Ao exemplificar a aplicação dos recursos da empresa, ele cita a rede norte-americana Big Lots. Com sede em Columbus, no estado norte-americano de Ohio, a companhia tinha entre seus desafios os sistemas e procedimentos que lutavam para apoiar a entrega pontual de metas, pois a comunicação não era eficiente.

Os bancos de dados e arquivos estavam distribuídos em vários locais e a visibilidade precisava ser aprimorada em todos os departamentos, para, assim, melhorar a colaboração entre as linhas de negócios. Além disso, a empresa estava em rápido crescimento em todo o mundo, portanto era necessária a padronização dentro de um grande sistema centralizado. “Após a implementação do PLM, a relação entre as operações e os objetivos do negócio ficou clara, foi reduzido o tempo de introdução de produtos no mercado e foi otimizada a cadeia de valor”, explica Bueno.

Potencialização nas estratégias promocionais

S oluções que permitem que estratégias promocionais sejam lançadas na metade do tempo

Operações conectadas e processos centralizados

Maior controle de processos e dados reduz tempo e recursos

Atendimento ágil e eficiente 

Oferecer autonomia e opções ao shopper garante mais agilidade no atendimento

Matéria publicada originalmente na revista SA Varejo de maio/2022

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