Seis maneiras como a Inteligência Artificial transforma o varejo

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Por Redação SA Varejo -

Automatização de compras rotineiras e recomendações automáticas de produtos nas lojas físicas estão entre as mudanças

Hoje, em praticamente todas as jornadas de compras o consumidor interage, em algum momento, com meios digitais. E, cada vez mais, a   Inteligência Artificial (IA) integra o cotidiano de clientes e varejistas.  

Segundo o estudo  Embracing the Machines: AI’s Collision with Commerce , realizado pela agência de comércio gloobal Integer, 70% dos consumidores já usam Inteligência Artificial para procurar ofertas de produtos que compram regularmente ou desejam adquirir. Outro levantamento, esse feito pela Oracle , indica que 37% das empresas já implementaram algum sistema de IA, e 41% pretendem investir na tecnologia até 2020.

Para ajudá-lo a entender melhor toda a mudança proporcionada pela Inteligência Artificial, Manuel Guimarães, CEO da Propz , empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para varejo físico e serviços financeiros, mostra que a IA vem transformando o varejo em um processo de seis etapas. Confira: 

1. Curadoria

?É o que acontece quando os resultados da primeira página do Google são suficientes. A ferramenta entende tão bem o que queremos que nos traz o que é relevante. Isso poupa tempo e esforço.

2. Informação personalizada

Aquilo que importa para cada cliente, no momento certo. Pode ser um aviso sobre a entrega de um pedido ou um lembrete sobre a piora nas condições de trânsito, recomendando sair mais cedo para a reunião agendada. Traz menos stress no dia a dia e melhor atendimento ao cliente.

3. Recomendações

Nenhum e-commerce vive sem recomendar produtos aos clientes. Em breve, essa mesma lógica também estará nas lojas físicas, de forma personalizada e com curadoria. Em um mundo de muitas possibilidades de escolha e pouco tempo disponível, quem facilita o processo de compra ganha a preferência dos clientes.

4. Previsão do comportamento

Análise preditiva antecipa as necessidades dos consumidores e possibilita ações mais efetivas que conquistam o público. "Um dos nossos clientes identificou aumento nas vendas durante uma campanha que verificou o perfil de consumo e o momento ideal para contatar cada pessoa. Dessa forma, o consumidor recebia, dois dias antes de abastecer o carro, um lembrete de que o tanque estava quase vazio, junto dee um cupom de desconto", exemplifica o CEO da Propz. Nesse caso, quesitos como relevância, conveniência e personalização aparecem em uma única ação.

5. Automatização

Muitas das nossas tarefas diárias são repetitivas. A Inteligência Artificial pode entender o comportamento dos clientes e realizar essas tarefas de forma independente. Em um futuro não muito distante, muitas categorias de produtos poderão ser compradas automaticamente. Nada de estocar sabão em pó, por exemplo, mas ele também nunca faltará.

6. Análise das emoções

Hoje, essa fase ainda pertence à ficção. Mas o uso da Inteligência Artificial permitirá entender, por exemplo, o humor do consumidor e sugerir algo perfeito para aquele momento. A TV que sugere o filme ideal e a iluminação da casa que automaticamente se ajusta para aquele encontro a dois são exemplos dessa ideia. Ainda resta saber o quanto o cliente sentirá sua privacidade invadida por isso.

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