No e-commerce, consumidores não conseguem comprar quase metade do que desejam

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Reportagem SA Varejo -

Maior índice de ruptura no varejo online foi identificado nas categorias de alimentos e bebidas

Com o forte avanço nas vendas online neste momento, sobretudo de alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal, manter os níveis de estoque se tornou um desafio para as operações de e-commerce das redes varejistas. A disponibilidade dos produtos foi um dos aspectos analisados pela Lett , startup de tecnologia e especialista em   Trade Marketing Digital , em uma pesquisa sobre o panorama do setor.

O levantamento constatou que, em média, apenas 54% dos produtos de cesta básica dos brasileiros estão disponíveis para a compra online. Portanto, os consumidores não conseguem comprar 46% dos produtos que desejam. Esse é o pior cenário entre as cestas de produtos analisadas, mas há problemas em todas as outras. Em Utilidades Domésticas, apenas 63% dos produtos estão disponíveis para a compra, seguidos por Beleza e Perfumaria e Itens para Bebês, ambos com 66% de disponibilidade. 

Por outro lado, os melhores resultados estão em Saúde e Pet Shop, nas quais 68% dos produtos estão disponíveis para que o consumidor realize a compra. Mesmo assim, isso quer dizer que quase um terço dos itens dessas categorias não são possíveis de serem adquiridos pelo público neste momento. 

Site para ajudar consumidores

Analisando esses dados e percebendo a dificuldade que os consumidores estão para comprar produtos essenciais durante a quarentena, a Lett usou os dados da pesquisa do EQI de Preço e Disponibilidade de Estoque para criar um site chamado de  Guia Onde Comprar  . A ideia dessa iniciativa social é ajudar a população a conseguir os itens que mais precisa durante a pandemia de forma rápida, prática e sem precisar sair de casa, consultando em quais lojas online há os produtos em estoque e com qual preço.  

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