Ministério da Agricultura suspende venda de 33 marcas de azeite

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Por Redação SA Varejo -

Inspeção constatou adulteração em 59 lotes do produto

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu a comercialização de 33 marcas de azeite de oliva após identificar adulteração em produtos comercializado por elas, sendo a mais comum a mistura de óleo de soja e óleos de origem desconhecida.

A fiscalização informa ter detectado fraudes nas seguintes marcas: Aldeia da Serra, Barcelona, Casa Medeiros, Casalberto, Conde de Torres, Dom Gamiero, Donana (premium), Flor de Espanha, Galo de Barcelos, Imperador, La Valenciana, Lisboa, Malaguenza, Olivaz, Oliveiras do Conde, Olivenza, One, Paschoeto, Porto Real, Porto Valencia, Pramesa, Quinta da Boa Vista, Rioliva, San Domingos, Serra das Oliveiras, Serra de Montejunto, Temperatta, Torezani (premuim), Tradição, Tradição Brasileira, Três Pastores, Vale do Madero e Vale Fértil.

Os problemas ocorreram em 59 lotes analisados após coletas realizadas em 2017 e 2018. A lentidão no processo de proibição da venda é atribuída às diversas etapas envolvidas, como realização de exames laboratoriais, notificação das empresas acusadas de fraude, perícias, pedidos para apresentação de defesa com possibilidade de dois recursos e julgamento desses recursos em duas instâncias administrativas.

Cid Rozo, coordenador de Fiscalização de Produtos Vegetais do Mapa, informa que praticamente não há mais estoques no mercado dos lotes reprovados, uma vez que os remanescentes foram destruídos após conclusão da última etapa do processo. 

Supermercados podem ser responsabilizados  

Na tentativa de reduzir a incidência de fraudes, o Mapa pretende começar a responsabilizar os estabelecimentos comerciais que vendem produtos fraudados. “Se os supermercados adquirirem e ofertarem os produtos com irregularidades, serão penalizados”, afirma Rozo. O coordenador recomenda que o setor verifique a procedência dos azeites antes de formar estoques, no intuito de comprovar não estar comprando lotes de marcas que cometeram fraudes. 

Citada pelo Ministério da Agricultura, a Vale Fértil publicou em seu site a seguinte nota de esclarecimento:

"Em resposta a publicação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento “Mapa suspende a venda de 33 marcas de azeite de oliva fraudado” do dia 02/10/19. A Vale Fértil Indústrias Alimentícias Ltda. esclarece que não tem nenhum azeite de oliva suspenso de comercialização. A notícia veiculada não reflete a realidade da empresa.

Todos nossos produtos passam por fiscalização do próprio MAPA, sendo liberados por estarem dentro do padrão da legislação.

Nossos Azeites de Oliva Extra Virgem, NUNCA tiveram problemas de qualidade.

A Vale Fértil possui certificados internacionais de segurança alimentar FSSC 22.000 da certificadora SGS, que atestam o padrão de produção e consequentemente de qualidade de nossos produtos.

Os fatos descritos na notícia são do ano de 2017, quando tivemos dois lotes de produtos desclassificados por estarem fora dos padrões para azeite de oliva tipo Único.

Entretanto, assim que detectado o problema, realizamos um recall retirando-os do mercado.

Temos o compromisso com a qualidade e respeito ao consumidor. Somos uma empresa com 28 anos de atuação no Brasil sendo líder de vendas na categoria Azeitonas.

Informamos também que estamos entrando com medida judicial exigindo retratação por esse FAKE NEWS publicado pelo MAPA"

 

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Fonte: Agro em Dia

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