Confira um Raio X do primeiro semestre no varejo alimentar

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Fernando Salles - redacao@savarejo.com.br -

Saiba detalhes do desempenho das categorias e formatos nos 6 primeiros meses de 2020

Com base nas vendas de 150 cadeias nacionais dos diferentes formatos do autosserviço, atacarejo e redes de farmácias, a Nielsen , empresa global de mensuração e análise de dados, mapeou a movimentação no setor durante os seis primeiros meses deste ano. O levantamento aponta, com detalhes, quais categorias e canais crescem de forma mais destacada na comparação com o mesmo período de 2019.

A análise vai ajudar seu supermercado a verificar movimentos de consumo que vão além da corrida por abastecimento no início da pandemia. Confira:

FORMATO DE LOJA

Para Daniel Asp Souza, gerente de relacionamento com o varejo da Nielsen, o cash & carry tende a seguir, no futuro próximo, como o principal canal de abastecimento de produtos de primeira necessidade, a exemplo de arroz, feijão e leite. Ele explica que, com a alimentação concentrada em casa, o consumidor tem hoje maior clareza sobre quanto custam os produtos que consome. Os preços praticados no atacarejo são, portanto, um importante atrativo, ainda mais em um cenário de queda na atividade econômica e nos indicadores de emprego e renda. O especialista lembra que, para minimizar os deslocamentos em meio à pandemia, muitas famílias optam por uma compra grande no mês em lojas como atacarejo ou hipermercado – que voltou a crescer em ritmo forte – e reposições em lojas de vizinhança, supermercados e varejos especializados, como padarias.

ALIMENTOS

Preocupação com a saúde, mas também indulgência: dois comportamentos presentes nas decisões de compra.

COMMODITIES

No início da quarentena, houve corrida aos supermercados no intuito de estocar alimentos básicos.

PERECÍVEIS FRESCOS

“Ao longo do período, assistimos à transformação do comportamento de consumo, com os primeiros meses do ano em ritmo semelhante ao do ano passado e uma aceleração nas compras a partir das restrições sociais. Com mais tempo em casa, produtos para cozinhar e também mais práticos para o dia a dia ganharam espaço”, explicou Fernanda Vilhena, gerente de atendimento ao Varejo da Nielsen Brasil.

PERECÍVEIS INDUSTRIALIZADOS

“Com visitas menos frequentes ao ponto de venda, o consumidor passa a procurar produtos com vida mais longa. Praticidade no preparo também é um fator importante neste momento em que muitos estão trabalhando em casa”, analisa Daniel Asp Souza, gerente de relacionamento com o varejo da Nielsen.

HIGIENE E BELEZA

A prevenção ao novo coronavírus passa, necessariamente, pela higiene pessoal, sobretudo em relação à desinfecção constante das mãos – comportamento que deve permanecer.

LIMPEZA

O cuidado constante com a limpeza da casa está entre os hábitos fortalecidos durante a pandemia. Tanto que tem influenciado as vendas de produtos químicos e até de panos.

ELETROELETRÔNICOS

Esse segmento teve um boom, sobretudo no início da quarentena, quando foi preciso se adaptar ao home office. O fato de muitas lojas especializadas terem sido fechadas por não serem consideradas essenciais também influenciou as vendas no setor.

BEBIDAS*

Com crescimento menor que de outros departamentos, as vendas de bebidas não avançaram mais por conta da redução do convívio social, que estimula o consumo, conforme Souza. Mesmo assim, categorias como gin e vinho registraram avanços bem expressivos. Há quem se permita uma bebida de melhor qualidade mesmo que em frequência menor.

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