Bandeira Walmart pode sumir das lojas no País

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Por Redação SA Varejo -

Fundo Advent, controlador da empresa, teria tentado comprar GPA, mas desistiu do negócio, segundo jornal

Um ano após adquirir o controle do Walmart no Brasil, o fundo Advent International acelera os passos para alavancar os resultados da operação. E uma das iniciativas deve ser enxugar o portfólio de marcas da rede varejista no País.

Atualmente, a companhia opera sete bandeiras: Big, Bompreço, Maxxi, Mercadorama, Sam’s Club, Todo Dia e Walmart. Conforme uma fonte informou ao jornal O Estado de S. Paulo, a empresa pretende ter foco em apenas quatro dessas marcas. As escolhidas são a bandeira de atacarejo Maxxi; o clube de compras Sam's Club; e duas marcas forte regionalmente, o Bompreço no Nordeste e o Big, no Sul.

Muito concentrada em hipermercados – formato que enfrenta dificuldades no mercado brasileiro – a bandeira Walmart deve perder força no Brasil. Parte das lojas da marca, inclusive, já estão sendo convertidas em Sam's Club e, principalmente, em Maxxi.

No entanto, fontes do setor acreditam que a estratégia de priorizar o formato atacarejo não elevará sozinha os resultados do Walmart, que nunca decolou como se esperava desde sua estreia no Brasil, em 1995. “A concorrência percebeu a rejeição ao hipermercado antes e está mais adiantada no processo de reformatação de lojas”, analisa Alexandre van Beeck, sócio-diretor da GS&Consult .

Proposta pelo GPA

Durante o processo de reestruturação do Walmart Brasil, o fundo Advent International teria tentado adquirir o GPA, de acordo com informações do Estadão. A oferta teria sido de um prêmio de 20% em relação ao preço de momento das ações em bolsa do GPA. No entanto, o negócio esbarrou na complexa estrutura acionária da rede controlada pelo Casino, segundo informou uma fonte ao jornal. As empresas não comentaram o assunto.

Retomada do e-commerce  

Sem venda direta pela internet desde 2017 e com o marketplace fechado em março deste ano, o Walmart Brasil deve retomar a operação de e-commerce, inclusive com a venda de alimentos. Ainda não se sabe, no entanto, qual o prazo para a rede voltar a atuar no comércio online no Brasil.

Fonte: Estadão

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